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Junho / Julho / Agosto - 2014 / Ano 3 / Número 15

CAPA

INTECH com a bola toda na Copa A empresa foi contratada pela AES Eletropaulo para perfurar e instalar parte da rede de energia que alimenta o Arena Corinthians

Também conhecido como Itaquerão, as arquibancadas do estádio paulistano receberão mais de 60 mil torcedores no evento de abertura oficial da Copa do Mundo, marcada para o dia 12 de junho. Para garantir que o evento seja um sucesso, a INTECH Engenharia fez sua parte e foi responsável pela perfuração não destrutiva e instalação de parte dos dutos que levarão energia elétrica ao local. No total, foram 484 metros perfurados entre os dias 25 de setembro e 17 de novembro do ano passado, para atender às demandas do contrato de três anos com a AES Eletropaulo.

De acordo com Eduardo Jardim, gerente de operações da INTECH, a demanda da companhia de energia foi a utilização do Método Não-Destrutivo (MND) para instalar parte dos dutos, ou seja, sem a abertura de valas, que interferem na circulação de pedestres e veículos. “Foi importante para a INTECH executar essa obra. De um lado tivemos a vantagem, como brasileiros, de participar dos preparativos do maior evento da década no país. Do outro, fomos chamados para efetuar uma importante obra em MND, nossa especialidade”, diz ele.

Desse modo, o projeto compreendeu cinco trechos perfurados pelo método de Perfuração Horizontal Direcional (HDD), incluindo a instalação de 24 dutos PEAD (Polietileno de Alta Densidade) com 160 mm de diâmetro. A obra aconteceu em três locais diferentes entre o Terminal Rodoviário do Itaquera e o Estádio.

O primeiro furo cruzou a Avenida Radial Leste, seguido de outros dois furos paralelos à avenida e em frente ao estádio. Os últimos dois furos, que levaram seis dias e um combinado de 152 metros para serem concluídos, precisaram cruzar a faixa de dutos da Transpetro existente no local. “Em obras urbanas sempre é um desafio desviar das tubulações já existentes, principalmente de energia e saneamento, mas óleo e gás são sempre um grande obstáculo, pois precisamos de todo cuidado para garantir a segurança da operação”, afirma Eduardo.

Desafio com oleoduto foi vencido

Segundo avaliação de Fernando Silva - Encarregado Navegador da INTECH, para fazer essa travessia a equipe precisou sondar e mapear o subsolo com cuidado e precisão, perfurando a uma profundidade maior e com distância segura do oleoduto. A solução encontrada foi passar os novos dutos por debaixo da tubulação existente, em uma profundidade maior e mantendo uma distância de 1,3 metros do oleoduto. “Foi um grande desafio, mas concluímos a obra toda obedecendo às normas de segurança da AES Eletropaulo e da empresa detentora do oleoduto, que ainda enviou um técnico para acompanhar toda a travessia”, afirma ele.

Para fazer esse serviço, a empresa utilizou uma perfuratriz, Ditch Witch JT4020, com 18 toneladas de força de arraste. A equipe, formada por 12 pessoas, acompanhou e garantiu o sucesso da obra no local. Entre eles estavam o engenheiro responsável, soldadores, operadores, auxiliares e até seguranças.



Sobre a AES Eletropaulo

A AES Eletropaulo atua na região metropolitana de São Paulo, distribuindo energia elétrica para 24 municípios paulistas em uma área total de 4.526 km². Em consumo e faturamento, a empresa é a maior distribuidora de energia da América Latina, atendendo 6,7 milhões de unidades consumidoras e aproximadamente 20,1 milhões de clientes.

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Arena Corinthians

A Arena Corinthians sediou a abertura da Copa do Mundo 2014 no Brasil, bem como o jogo de estreia da seleção brasileira no dia 12 de junho de 2014. Com capacidade para 48 mil lugares, além de mais 20 mil assentos removíveis, o estádio próprio é a concretização de um sonho antigo do Corinthians. O projeto arquitetônico da Arena é de autoria do escritório Coutinho, Diegues, Cordeiro Arquitetos, do Rio de Janeiro, e a execução da obra ficou com a Odebrecht Infraestrutura.

A Odebrecht e o Corinthians iniciaram em 2004 os primeiros contatos para a construção, mas só em 2010, como parte das comemorações do centenário corintiano, foi firmado o primeiro acordo entre as duas partes. O empreendimento foi iniciado em 30 de maio de 2011 e concluído em abril de 2014. Após quase três anos de obras, o que se vê é uma construção de 189 mil metros quadrados, com duas imponentes fachadas nos lados leste e oeste e dois vãos livres de 170 m de altura nos setores norte e sul.

Um dos desafios da construção foi a montagem da cobertura metálica. A estrutura possui 32 mil m² - equivalente a 4,5 campos de futebol - e pesa 7,2 mil toneladas. São 57 metros de balanço sobre as arquibancadas leste e oeste. A ligação entre os lados é feita por dois “braços”, que podem ser tensionados, permitindo a dilatação do estádio e formando os vãos livres. O "teto" do estádio foi dividido em 38 módulos, com peso entre 250 e 420 toneladas cada. Eles foram içados por guindastes com capacidade para mais de 1.500 toneladas.

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