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Setembro / Outubro / Novembro - 2014 / Ano 3 / Número 16

TECNOLOGIA

Estudo aponta o MND como solução urbana para dutos de gás canalizado

De acordo com a autora, para projetos que envolvam o gás natural em profundidades de até dois metros, o HDD entra como solução de duas formas. A primeira faz a entrada do duto pela superfície, enquanto o outro o faz por shafts (poços), que consiste em um furo maior para abrigar o equipamento e já fazer a travessia no nível do assentamento. Para demonstrar a metodologia empregada nessas soluções, a autora descreve a se com as informações da Associação Brasileira de Tecnologia não-Destrutiva (Abratt).

As etapas englobam o planejamento do furo, com levantamento fotográfico, cadastro de interferências, como outras linhas existentes, e todo o plano de navegação e perfuração. Em seguida, a montagem do equipamento de perfuração inclui a ancoragem no terreno, alinhamento, inclinação desejada e acionamento. Nessa fase, a perfuratriz executa o furo piloto, que é guiada por um emissor de ondas eletromagnéticas para informar posição, inclinação e direcionamento da cabeça de perfuração. Já no caso dos shafts, uma haste é utilizada para perfurar horizontalmente, que também é usada para expelir fluidos lubrificantes no solo perfurado.

A tese de Vanessa descreve ainda a passagem de um escarificador para permitir o alargamento do furo piloto até o diâmetro necessário, e isso por marcha à ré. Os alargadores removem e compactam o solo, puxando a tubulação para ser posicionada. Esse método de inserção dos tubos, geralmente de polietileno, pode variar de acordo com as características do solo, incluindo até rochas. Após devidamente instalados e soldados, o shaft ou os furos são fechados. A autora também descreve a substituição da tubulação já existente, método conhecido por pipe cracking. Nesse caso, o processo consiste em usar sistemas hidráulicos para rompimento da tubulação. Outra solução, o método pipe ramming, adota ferramentas pneumáticas para extração do tubo e inserção de um novo, feito por ar comprimido.

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Tecnologias de georreferenciamento evitam colisão com outras redes

Com o aumento da concentração urbana nas cidades, toda a infraestrutura de energia, telefonia, saneamento e gás também aumentam, criando verdadeiros labirintos subterrâneos, principalmente quando não há um planejamento e controle efetivos dessas instalações. Vanessa Meloni Massara, em sua tese de doutorado, A Dinâmica Urbana na Otimização da Infra-estrutura para o Gás Natural (2007), avalia uma solução para isso nas técnicas de geoprocessamento para evitar conflitos ente as redes.

Segundo ela, para minimizar os danos e direcionar a escavação aleatória, é preciso utilizar o geoprocessamento, com ferramentas de computação gráfica e processamento digital de imagens, para mapear informações do subsolo. As informações geográficas das interferências são captadas e associadas a um banco de dados alfanuméricos.

Entre os equipamentos disponíveis para esse tipo de serviço, a autora exemplifica com o pipe locator, ou localizador eletromagnético, bem como o robô georreferenciador, também chamado de georradares. “A utilização desses equipamentos de rastreamento do subsolo possuem diversas vantagens, entre elas minimizar custos, não obstruir o tráfego e preservar o meio ambiente, evitar desperdícios de recursos, reduzir os custos de execução e maior precisão para furar, conhecendo a existência de outras redes, muitas vezes desatualizadas nos cadastros municipais”, afirma a autora.

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