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Junho, Julho, Agosto/ 2012 / Ano2 / Número 7

ECONOMIA E NEGÓCIOS

Experiência técnica que conta a favor em campo


O crescimento do setor mineral brasileiro está impulsionando a aplicação da tecnologia de perfuração horizontal direcional (HDD) para instalação de dutos usados no transporte de minérios, na forma de polpa, através de grandes distâncias. Com longa experiência no setor de óleo e gás, a INTECH tem um diferencial tecnológico para participar da construção dessas obras, chamados de minerodutos. O aprendizado vem exatamente do setor de óleo e gás, cujos oleodutos e gasodutos guardam similaridades importantes com as obras em mineração.

"A primeira delas é o material adotado na instalação de dutos, o aço carbono. A segunda similaridade envolve as grandes distâncias, pois os minerodutos de grande porte envolvem centenas de quilômetros", explica o engenheiro Eduardo Jardim, gerente de operações da INTECH. Apesar das duas similaridades, há uma diferença importante: a inclinação máxima de 15% no caso dos minerodutos. Isso significa que os projetos de instalação de dutos na área de mineração precisam de uma atenção ainda mais especial na fase de planejamento. E o desafio dos minerodutos construídos no Brasil é maior ainda ao considerarmos que Minas Gerais, com seu relevo de montanhas, tem o posto de principal Estado minerador do País. De lá partem, por exemplo, os dois grandes projetos de mineroduto em terras brasileiras: o do já citado Anglo American e o terceiro mineroduto da Samarco. "Eles possuem várias execuções de HDD em áreas montanhosas, o que exige um cuidado especial, sempre obedecendo à limitação da inclinação máxima", reforça Eduardo. No caso do projeto da Anglo American (destaque na capa dessa publicação), a INTECH participa de três trechos. O primeiro deles é um contrato já executado, sendo seis cruzamentos em rodovias. O próximo contrato está na fase de mobilização e compreende a instalação de um tubo camisa, especialmente dedicado à instalação dos cabos de fibra óptica, que vai suportar as opera ções de telemetria ao longo de todo duto. Um terceiro contrato para o mineroduto do projeto Minas-Rio, previsto para começar no segundo semestre, envolve uma travessia em região montanhosa e solos rochosos na região de Itabira (MG).

O segundo grande projeto da área de mineração, especificamente na construção de mineroduto, com a participação da INTECH é o terceiro mineroduto da Samarco. Essa obra acompanha os dois outros minerodutos já instalados e ativos da empresa, seguindo uma rota paralela e ligando a planta de beneficiamento e pelotização, em Minas Gerais, à planta de despelotização e desembarque, no Espírito Santo. Do Estado capixaba, o minério segue para exportação. Antes disso, ele foi bombeado na forma de polpa (com adição de água) de Minas Gerais.

Na obra da Samarco, a INTECH atende a uma parceria com o consórcio GDK-Si- nopeq. Trata-se de um trabalho na área urbana, onde a INTECH detém um know how importante, em função das experiências anteriores, inclusive na capital paulista.



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